⚠️ Integrantes do PT avaliam com preocupação o cenário antes do primeiro turno e veem riscos eleitorais na proximidade do governo Lula com Alexandre de Moraes
Integrantes do Partido dos Trabalhadores (PT) demonstram preocupação com o cenário eleitoral nas últimas semanas antes do primeiro turno das eleições de 2026. Segundo relatos de bastidores, há dentro da legenda um “medo real” sobre o que poderá ocorrer na reta final da disputa.
A apreensão ocorre em meio ao cenário mais acirrado apontado por pesquisas recentes e às dificuldades enfrentadas pelo governo e pela campanha de Luiz Inácio Lula da Silva para administrar os efeitos políticos da crise envolvendo o Supremo Tribunal Federal (STF).
📊 Disputa presidencial aparece mais apertada
Pesquisas recentes indicam uma redução da vantagem de Lula sobre Flávio Bolsonaro em cenários de segundo turno.
Levantamentos divulgados nos últimos dias chegaram a apontar empate técnico entre os dois. Na pesquisa Quaest, por exemplo, Lula e Flávio apareceram com 41% das intenções de voto cada. Já o levantamento BTG/Nexus registrou Flávio numericamente à frente, com 46% contra 45% de Lula, dentro da margem de erro.
O cenário tem aumentado a preocupação entre aliados do presidente, que avaliam a necessidade de intensificar a mobilização política e eleitoral nas semanas decisivas.
⚖️ Relação com Moraes gera preocupação interna
Outro fator que passou a ser discutido dentro do PT é a relação entre o governo Lula e o ministro Alexandre de Moraes.
Segundo relatos publicados pelo Poder360, integrantes do partido avaliam que o governo teria se aproximado “demasiado” do ministro, especialmente em razão da atuação de Moraes nos processos relacionados aos envolvidos nos atos de 8 de janeiro.
A avaliação de parte dos petistas é que essa associação pode trazer custos eleitorais para Lula em um momento em que a crise entre integrantes do STF e outros setores do cenário político ganhou maior repercussão.
A campanha também passou a discutir maneiras de reduzir a exposição de Lula ao conflito envolvendo o Supremo, sem que isso represente necessariamente um rompimento político com Moraes.
🚨 Campanha busca reagir ao cenário
Diante da combinação entre uma disputa presidencial mais apertada e o desgaste provocado pela crise institucional, aliados do presidente discutem estratégias para fortalecer a campanha e mobilizar a base eleitoral.
O PT também acompanha com atenção a evolução das pesquisas e os movimentos da oposição, especialmente diante da consolidação de Flávio Bolsonaro como principal adversário de Lula nos cenários de segundo turno.
O quadro, entretanto, permanece aberto, e as pesquisas refletem o momento em que foram realizadas, não constituindo previsão do resultado das eleições.



