🚨 Medida permite que municípios solicitem recursos federais para assistência às famílias, recuperação da infraestrutura e ações de resposta aos temporais
O governo federal reconheceu a situação de emergência de sete municípios do Rio Grande do Sul afetados pelas fortes chuvas registradas em maio e no início de julho deste ano. A medida foi oficializada por meio de portaria publicada no Diário Oficial da União e possibilita que as prefeituras solicitem recursos da União para atender a população e recuperar áreas atingidas.
🏘️ Sete municípios foram contemplados
O reconhecimento da Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil beneficia os municípios de:
🔹 Cerro Grande
🔹 Coronel Bicaco
🔹 Erval Seco
🔹 Liberato Salzano
🔹 Novo Tiradentes
🔹 São Sepé
🔹 Seberi
Com a medida, as administrações municipais poderão apresentar planos de trabalho para obter recursos destinados às ações emergenciais e de reconstrução.
🛣️ Chuvas provocaram danos à infraestrutura e ao setor rural
Segundo informações das autoridades locais, os temporais causaram danos significativos à malha viária, afetando estradas rurais, pontes, bueiros e acessos a propriedades.
Os prejuízos também comprometeram a mobilidade das comunidades, o transporte escolar, o deslocamento de pacientes e o escoamento da produção agropecuária em diversas regiões do estado.
💰 Recursos federais dependem da aprovação de planos
Após o reconhecimento da situação de emergência, os municípios podem encaminhar seus planos de trabalho ao governo federal.
Depois da análise técnica e da aprovação desses projetos, a União poderá liberar recursos para ações de socorro, assistência às famílias atingidas, restabelecimento de serviços essenciais e reconstrução da infraestrutura danificada.
⛈️ Inmet mantém alerta para novas tempestades
O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) segue monitorando a situação e mantém alertas de perigo para tempestades em diversas áreas do Rio Grande do Sul, com previsão de chuvas intensas, rajadas de vento e possibilidade de queda de granizo.
Segundo o órgão, a instabilidade é provocada pela atuação de um centro de baixa pressão sobre a Argentina, associado ao Anticiclone Subtropical do Atlântico Sul, condição que intensifica o Jato de Baixos Níveis e favorece a persistência das tempestades sobre o estado.
Além dos transtornos à população, o Inmet também alerta para possíveis impactos nas lavouras de trigo.



