⚖️ Presidente critica atuação de Sergio Moro e Deltan Dallagnol
Durante entrevista concedida nesta sexta-feira (22), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a fazer duras críticas à Operação Lava Jato e afirmou que a força-tarefa representou “a grande mentira do século XXI” no Brasil. O petista também direcionou ataques ao ex-juiz Sergio Moro e ao ex-procurador Deltan Dallagnol, protagonistas da operação em Curitiba.
Segundo Lula, a operação teria sido conduzida com motivações políticas e ajudado a destruir empresas nacionais estratégicas. O presidente afirmou que a Lava Jato “não provou nada” contra ele e acusou os investigadores de atuarem para enfraquecer setores importantes da economia brasileira.
🧩 Discurso reforça narrativa de perseguição política
A fala reforça a tese defendida por Lula e seus aliados de que houve “lawfare” — uso do sistema judicial para perseguição política. O presidente voltou a lembrar que suas condenações foram anuladas pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que também declarou a suspeição de Sergio Moro em processos envolvendo o petista.
Para Lula, a condução da Lava Jato ultrapassou limites jurídicos e teve impacto direto no cenário político e econômico do Brasil.
📉 Impacto econômico entrou no centro das críticas
Durante a declaração, Lula argumentou que empresários envolvidos deveriam ter sido punidos individualmente, sem que grandes empresas fossem desestruturadas.
Segundo ele, o resultado da operação acabou afetando investimentos, empregos e setores inteiros da indústria nacional. O presidente citou ainda os impactos sobre a construção civil e a cadeia produtiva ligada à Petrobras.
🔥 Declarações reacendem polarização política
As falas do presidente provocaram forte repercussão entre aliados e opositores.
Defensores da Lava Jato afirmam que os esquemas de corrupção investigados foram comprovados por delações, acordos de leniência e devolução de bilhões aos cofres públicos.
Já apoiadores do governo sustentam que os abusos processuais identificados posteriormente pelo STF colocaram em xeque parte da legitimidade da operação.


