O presidente da Assembleia Legislativa de São Paulo (ALESP), André do Prado (PL), afirmou que o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro continuará, por enquanto, como primeiro suplente em sua pré-candidatura ao Senado Federal. A declaração ocorre após a condenação de Eduardo pelo Supremo Tribunal Federal (STF), decisão que ainda poderá ser contestada por meio de recursos judiciais.
Apesar das discussões jurídicas sobre os possíveis impactos eleitorais da condenação, lideranças do PL sinalizam cautela e defendem aguardar os próximos desdobramentos antes de qualquer mudança na composição da chapa.
⚖️ Condenação gera debate sobre viabilidade eleitoral
A decisão do STF abriu questionamentos sobre a permanência de Eduardo Bolsonaro na disputa eleitoral de 2026. Especialistas avaliam que os efeitos da condenação poderão influenciar a análise da elegibilidade do ex-parlamentar durante o processo de registro das candidaturas.
Mesmo assim, dirigentes do partido afirmam que ainda existem recursos pendentes e que qualquer definição dependerá do andamento do caso na Justiça.
🤝 PL mantém apoio político
André do Prado declarou que o partido seguirá defendendo a reversão da condenação e que Eduardo permanece integrado ao projeto político neste momento.
Segundo o presidente da ALESP, a legenda pretende discutir internamente os próximos passos, mas não vê necessidade imediata de substituir o suplente enquanto o processo judicial não for concluído.
📢 Evento de pré-lançamento está mantido
O ato de pré-lançamento da candidatura de André do Prado ao Senado segue confirmado e deve ocorrer nos próximos dias. A expectativa é que Eduardo Bolsonaro participe do evento por vídeo, reforçando o apoio à chapa.
Nos bastidores, integrantes do partido avaliam que a manutenção de Eduardo demonstra confiança na possibilidade de reversão da condenação nas instâncias superiores.
🔎 Cenário permanece em aberto
Embora a condenação tenha criado um novo fator de atenção para o PL em São Paulo, ainda não há qualquer decisão que obrigue alterações imediatas na chapa eleitoral.
A tendência é que a discussão avance conforme os recursos forem analisados pela Justiça, mantendo o tema no centro das articulações políticas dos próximos meses.



