🌍🚨 Caso de Parastoo Ahmadi gera repercussão internacional e reacende debate sobre liberdade artística e leis no Irã
A cantora iraniana Parastoo Ahmadi foi condenada a 74 chibatadas após realizar uma apresentação musical transmitida ao vivo sem utilizar o hijab, vestimenta obrigatória para mulheres no Irã. O caso, divulgado inicialmente por veículos internacionais e repercutido pelo G1 com base em informações do The Guardian, também envolve outros integrantes da equipe de produção.
Segundo as informações reportadas, o episódio ocorreu após uma performance da artista que viralizou na internet, levando à abertura de um processo judicial por autoridades iranianas.
⚖️📡 Justiça impõe punições e restrições à equipe artística
De acordo com as apurações, além da pena corporal, Parastoo Ahmadi e outros oito membros da produção também foram condenados a restrições adicionais, incluindo:
- 🚫 Proibição de exercer atividades artísticas por dois anos
- ✈️ Impedimento de deixar o país durante o período da sentença
- 📄 Acusações relacionadas à suposta “ofensa à moral pública”
O caso teria sido julgado por um tribunal da província de Qom, com base em alegações de produção e divulgação de conteúdo considerado “imoral” pelas autoridades locais.
🌍🧠 Repercussão internacional e críticas de direitos humanos
A decisão provocou forte reação de organizações de direitos humanos, que classificaram a punição como uma violação à liberdade de expressão e à liberdade artística.
Especialistas e advogados citados na cobertura jornalística afirmam que atividades musicais realizadas por mulheres não são, por si só, tipificadas como crime na legislação penal iraniana, o que levanta questionamentos sobre a fundamentação jurídica da condenação.
O caso se soma a uma série de episódios recentes envolvendo artistas e a chamada polícia de costumes, reforçando o debate global sobre repressão cultural e controle de comportamento no país.



