🗳️ Captura de tela atribuída a Ana Elisa voltou a circular após compartilhamento de Nikolas Ferreira; deputada nega autoria e afirma que pretende recorrer à Justiça Eleitoral
O senador e candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL-RJ) publicou nas redes sociais uma foto em que aparece orando em uma igreja, acompanhada da frase “Lula, não feche minha igreja”. A publicação ocorreu após a circulação de uma captura de tela atribuída à deputada federal eleita Ana Elisa (PT-MG), que voltou a ganhar repercussão durante a campanha eleitoral.
O conteúdo atribuído à parlamentar é datado de 2 de outubro de 2022 e supostamente contém uma mensagem pedindo que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) feche igrejas. A imagem foi compartilhada pelo deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) em 8 de outubro de 2026, ampliando a discussão nas redes sociais.
Ana Elisa nega ter publicado a mensagem e afirma que a captura de tela é uma montagem. A deputada eleita declarou que pretende recorrer à Justiça Eleitoral contra a divulgação do material e pedir a suspensão da diplomação de Nikolas Ferreira. Não há confirmação, nas informações apresentadas, de que o pedido tenha sido formalmente protocolado ou de que exista decisão judicial sobre o caso.
⚖️ Autoria da publicação é contestada
A controvérsia envolve a autenticidade da imagem que circula nas redes. Até o momento, o material apresentado não comprova que Ana Elisa tenha escrito a mensagem atribuída a ela.
A parlamentar também mencionou outra publicação antiga relacionada à Virgem Maria, igualmente envolvida em uma disputa sobre autoria. Esse episódio integra a troca de acusações entre os envolvidos, mas não comprova a autenticidade da captura de tela sobre o fechamento de igrejas.
Também não há comprovação apresentada de que Lula tenha anunciado ou proposto o fechamento de templos religiosos. A frase utilizada por Flávio Bolsonaro retoma uma alegação que circula desde as eleições de 2022.
🗳️ Religião no debate eleitoral
A repercussão ocorre durante a campanha presidencial e em meio à disputa pelo apoio de eleitores religiosos. O episódio voltou a colocar a liberdade religiosa e o uso de conteúdos publicados nas redes sociais no centro do debate político.
A verificação da autoria da mensagem atribuída a Ana Elisa é fundamental para esclarecer o caso e distinguir publicações autênticas de conteúdos contestados.



