🤝 SENADORA DIZ QUE RESPEITA DECISÃO DO PARTIDO E AFIRMA QUE SEGUIRÁ FIRME NA CAMPANHA DO CANDIDATO DO PL
A senadora Tereza Cristina (PP-MS) afirmou que a articulação para que ela integrasse a chapa presidencial de Flávio Bolsonaro (PL) como candidata a vice-presidente chegou ao fim após a decisão do Progressistas (PP) de manter neutralidade na eleição presidencial de 2026.
Em declaração ao g1, Tereza Cristina afirmou que respeita a posição da legenda e destacou que não pretende disputar o cargo de forma independente, já que depende do aval partidário para uma eventual candidatura.
“O que foi está posto, o partido vai manter a neutralidade. Não sou candidata independente. Preciso que o partido avalie isso. Se o partido manteve neutralidade, eu sinto. Vamos ficar firmes na campanha do Flávio”, declarou a senadora.
A escolha de Tereza Cristina era considerada estratégica pelo grupo de Flávio Bolsonaro, principalmente pela ligação da senadora com o agronegócio e pela possibilidade de ampliar o diálogo da candidatura com setores do centro político.
O presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, vinha atuando nas articulações para aproximar a senadora da chapa, enquanto Flávio Bolsonaro chegou a afirmar que ela era seu “sonho de consumo” para a vaga de vice.
🏛️ PP MANTÉM NEUTRALIDADE E DIFICULTA COMPOSIÇÃO DA CHAPA
A decisão do PP de não apoiar oficialmente nenhum candidato à Presidência no primeiro turno encerrou, neste momento, a possibilidade de Tereza Cristina compor a chapa de Flávio pelo partido.
A legenda, comandada por Ciro Nogueira, avalia preservar liberdade para alianças regionais, especialmente dentro da federação formada com o União Brasil, que também precisa ser considerada nas decisões nacionais.
Apesar do revés, Flávio Bolsonaro afirmou que respeita a posição do PP e indicou que continuará buscando uma composição para definir sua candidatura a vice-presidente.
🌐 IMPACTO NA DISPUTA PRESIDENCIAL
A desistência da articulação envolvendo Tereza Cristina evidencia as dificuldades de formação de alianças no campo da direita para 2026, com partidos avaliando entre o apoio nacional a uma candidatura presidencial e a manutenção de acordos estaduais.
A senadora, apesar de não integrar a chapa até o momento, declarou apoio ao projeto político de Flávio Bolsonaro e deve continuar participando da mobilização eleitoral do grupo.



