Da Redação
O presidente eleito da Colômbia, Abelardo de la Espriella, anunciou nesta quinta-feira (25) que dará um prazo de um mês para que grupos armados ilegais se submetam voluntariamente à Justiça. A declaração foi feita após a confirmação oficial de sua vitória nas eleições presidenciais e sinaliza uma mudança na política de segurança do país.
Durante o pronunciamento, De la Espriella afirmou que seu governo adotará uma postura firme no combate ao crime organizado e ao narcotráfico, descartando a continuidade das negociações conduzidas pela gestão do atual presidente Gustavo Petro.
⚖️ Mudança na Política de Segurança
O presidente eleito declarou que pretende substituir a estratégia de diálogo com grupos armados por uma política baseada na aplicação rigorosa da lei.
Segundo De la Espriella:
“A todos os grupos ilegais, vocês dispõem de um mês para organizar sua submissão à Justiça. No meu governo não haverá ofertas generosas nem concessões inaceitáveis.”
Ele também afirmou que a Colômbia será governada sob o “império da lei”, indicando que pretende endurecer o combate às organizações criminosas.
🚔 Segurança Será Prioridade
A segurança pública deverá ser um dos principais desafios do novo governo. A Colômbia enfrenta um aumento da violência provocado pela atuação de guerrilhas, grupos dissidentes, organizações ligadas ao narcotráfico e outras estruturas criminosas.
Durante a campanha, De la Espriella defendeu uma política de enfrentamento direto ao crime organizado e confirmou que pretende interromper os processos de negociação atualmente mantidos pelo governo de Gustavo Petro com grupos armados.
🤝 Cooperação Internacional
O presidente eleito também afirmou que buscará ampliar a cooperação internacional no combate ao narcotráfico, especialmente com os Estados Unidos e Israel, fortalecendo ações de inteligência e segurança.
🗳️ Próximos Passos
Abelardo de la Espriella tomará posse em 7 de agosto de 2026, iniciando um mandato que se estenderá até 2030. Além dos desafios na área da segurança, o novo governo também terá pela frente questões econômicas, como o déficit fiscal, e um cenário político marcado pela forte polarização no país.



