Levantamento mostra percepção dos eleitores sobre o escândalo financeiro que envolve o Banco Master
Uma pesquisa divulgada pelo instituto PoderData nesta quinta-feira (25) revelou que a maioria dos eleitores brasileiros atribui ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva a principal responsabilidade por permitir as irregularidades associadas ao chamado Caso Master.
De acordo com o levantamento, 54% dos entrevistados apontam a atual gestão federal como responsável pelas falhas que possibilitaram a ocorrência das ilegalidades investigadas. Outros 29% consideram que a responsabilidade recai sobre o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro, enquanto 17% afirmaram não saber ou preferiram não atribuir responsabilidade a nenhuma das administrações.
🏦 Caso Master segue no centro do debate nacional
O Caso Master ganhou repercussão nacional após investigações apontarem suspeitas de irregularidades envolvendo operações do Banco Master.
As apurações analisam possíveis práticas relacionadas a operações financeiras consideradas irregulares, além de suspeitas de lavagem de dinheiro, ocultação patrimonial, uso indevido de informações sigilosas e eventuais atos de corrupção. As investigações também examinam movimentações financeiras entre o Banco Master e outras instituições públicas e privadas.
O caso continua sendo acompanhado por órgãos de controle e autoridades responsáveis pelas investigações.

📈 Maioria dos brasileiros afirma conhecer o caso
A pesquisa também mediu o nível de conhecimento da população sobre o escândalo.
Segundo os dados divulgados:
- 86% dos entrevistados afirmaram conhecer o Caso Master;
- 9% disseram não ter conhecimento sobre o assunto;
- 6% preferiram não responder.
Os números indicam que o tema alcançou ampla visibilidade nacional e passou a fazer parte do debate político e econômico do país.
📝 Metodologia da pesquisa
O levantamento foi realizado entre os dias 21 e 24 de junho de 2026 e ouviu 2.400 eleitores com 16 anos ou mais em todas as regiões do Brasil.
A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-05722/2026.



