O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, provocou reação no governo federal ao afirmar que não há indícios de irregularidades na atuação de Roberto Campos Neto no caso envolvendo o Banco Master.
📌 O que aconteceu
Durante depoimento em comissão no Congresso, Galípolo declarou que não existe, até o momento, qualquer auditoria ou investigação interna que aponte responsabilidade do ex-presidente do Banco Central.
A fala teve impacto imediato no cenário político por contrariar a linha adotada por aliados do governo, que vinham associando o caso à gestão anterior da autoridade monetária.
⚖️ Reação no governo
Integrantes do Planalto e do Partido dos Trabalhadores criticaram a declaração, avaliando que ela enfraquece a estratégia política de responsabilização de gestões passadas.
Nos bastidores, a leitura foi de que o posicionamento técnico acabou gerando desconforto dentro do governo.
🧩 Impacto político
A declaração de Galípolo:
- enfraquece a narrativa de vínculo direto entre o caso e a gestão anterior
- amplia o desgaste político em torno do tema
- evidencia divergências entre avaliações técnicas e interesses políticos
🏦 Contexto
O caso envolve investigações relacionadas ao Banco Master e tem sido utilizado como ponto de disputa política entre governo e oposição.
A posição do Banco Central reforça a autonomia técnica da instituição, mas também expõe tensões no ambiente político.



