As jovens Letycia Garcia Mendes e Sttela Dalva Melegari Almeida, ambas de 18 anos, estão desaparecidas há cerca de 11 dias em Cianorte, no noroeste do Paraná. O caso é investigado pela Polícia Civil do estado e mobiliza forças de segurança em diferentes cidades da região.
O desaparecimento começou a ser percebido pelas famílias quando as jovens passaram a não responder mensagens e interromper completamente as atividades nas redes sociais, algo incomum em suas rotinas. Esse “silêncio digital” foi um dos primeiros sinais de alerta, antes mesmo da confirmação formal do desaparecimento.
🚨 O que a investigação já sabe
De acordo com a Polícia Civil do Paraná, as jovens teriam saído de Cianorte na companhia de um homem identificado como Clayton Antonio da Silva Cruz, de 39 anos, suspeito que atualmente está foragido.
Ele teria usado o nome falso “Davi” e, segundo a polícia, possui histórico criminal com mandado de prisão em aberto por roubo.
🎥 Imagens de câmeras de segurança registraram o grupo saindo da cidade em uma caminhonete preta na noite de 20 de abril. A partir daí, a investigação reconstruiu parte do trajeto por meio de registros de deslocamento, conexões de internet e depoimentos.
📍 Linha do tempo parcial levantada pela polícia
- 20 de abril (noite): jovens são vistas saindo de Cianorte com o suspeito
- Pouco depois: registros indicam passagem por cidades da região, incluindo Jussara e áreas próximas
- Horas seguintes: postagens e conexões digitais ainda são detectadas, depois cessam progressivamente
- Após 21 de abril: não há mais sinais consistentes de atividade das jovens
⚖️ Linhas de investigação
A Polícia Civil trabalha com diferentes hipóteses:
- 🚨 Sequestro
- 🚨 Cárcere privado
- ⚠️ Possível homicídio (linha mais grave, ainda sem confirmação)
O suspeito teria sido visto novamente na região em dias posteriores, mas sem a caminhonete utilizada inicialmente. Ele continua sendo procurado.

👮 Mobilização das autoridades
A Secretaria de Segurança Pública do Paraná determinou prioridade máxima ao caso. Equipes da polícia civil e militar atuam em buscas, com apoio de denúncias anônimas da população.
O governo estadual também reforçou o uso de inteligência policial, cruzamento de dados digitais e análise de imagens para tentar localizar o suspeito e esclarecer o paradeiro das jovens.
📱 Papel do “silêncio digital” no caso
Um dos pontos destacados pela investigação é que o desaparecimento da atividade online das jovens — ausência de mensagens, postagens e conexões — foi um dos primeiros indícios percebidos pelas famílias.
Esse tipo de padrão, quando ocorre de forma abrupta, é frequentemente analisado por autoridades como possível sinal de restrição de liberdade ou interrupção forçada de comunicação, embora não seja prova isolada de crime.
🔎 Situação atual
O caso segue em andamento, sem localização confirmada das jovens ou do principal suspeito. As investigações continuam em várias frentes, incluindo análise de rotas, dispositivos eletrônicos e testemunhas.
As autoridades pedem que qualquer informação sobre o caso seja repassada de forma anônima pelos canais oficiais da polícia.



