Um funcionário da Caixa Econômica Federal foi afastado do cargo após se tornar alvo de uma investigação da Polícia Federal por suspeita de envolvimento em fraudes bancárias no município de Caxias, no Maranhão.
🔍 Como funcionava o esquema
De acordo com as investigações, o suspeito utilizava acesso privilegiado e credenciais funcionais para alterar, sem autorização, dados cadastrais de clientes dentro dos sistemas internos do banco.
Com essas alterações, ele conseguia:
- viabilizar transferências via Pix
- direcionar os valores para contas de destinatários recorrentes
As apurações indicam que as mudanças eram feitas sem a presença dos titulares das contas, o que foi identificado por meio de imagens de monitoramento analisadas pela PF.
💰 Prejuízo e possível ampliação do caso
O valor inicialmente identificado como desviado é de R$ 91.835,36, mas a Polícia Federal não descarta que o montante seja maior, conforme o avanço das análises.
A investigação faz parte da Operação Logchain, que apura crimes eletrônicos contra a instituição financeira.

📦 Ação policial e coleta de provas
Durante a operação, foram cumpridos mandados de busca e apreensão, com recolhimento de:
- celulares
- computadores
- mídias digitais
- documentos
O objetivo é esclarecer a dinâmica das fraudes e identificar outros possíveis envolvidos ou beneficiários.
⚖️ Consequências legais
O funcionário foi afastado cautelarmente de suas funções. Caso as suspeitas sejam confirmadas, ele poderá responder por crimes como:
- associação criminosa
- estelionato majorado
- furto qualificado



