Um avião do Exército da Colômbia, modelo Lockheed Hércules C‑130, caiu nesta segunda-feira, 23 de março de 2026, durante a decolagem em Puerto Leguízamo, no departamento amazônico de Putumayo, região próxima às fronteiras com Peru e Equador. A aeronave transportava cerca de 110 militares, distribuídos em dois pelotões, segundo informações da imprensa local (El Caracol e El Tiempo).
Resgate e vítimas
Até o momento, 57 militares foram resgatados com vida, de acordo com a agência Reuters, embora ainda não haja confirmação oficial de mortos ou feridos. Equipes de resgate, unidades do Exército e equipes médicas foram mobilizadas para o local do acidente, que é de difícil acesso devido à densa floresta amazônica.
Declarações oficiais
O Ministro da Defesa colombiano, Pedro Arnulfo Sánchez, publicou em suas redes sociais que o acidente é um “trágico evento profundamente doloroso para o país” e informou que ainda não é possível determinar o número de vítimas nem as causas do ocorrido.
O presidente Gustavo Petro classificou o episódio como “horrível”, afirmou esperar que não haja mortes e destacou que o acidente “não deveria ter ocorrido”. Ele também comentou sobre a necessidade de modernização e financiamento adequado das Forças Armadas colombianas.
Possíveis causas
Informações preliminares sugerem que o avião enfrentou dificuldades para ganhar altitude logo após a decolagem ou durante alguma manobra inicial, o que pode ter contribuído para a queda. No entanto, a causa oficial ainda será determinada por uma investigação conduzida pelas autoridades colombianas.
Sobre a aeronave
O Lockheed Hércules C‑130 é um avião militar amplamente utilizado em operações de transporte de tropas e cargas pesadas. Ele é conhecido por sua capacidade de operar em pistas curtas e não pavimentadas, e pode transportar até 150 pessoas, o que torna sua utilização comum em missões militares em regiões remotas.
Contexto
Acidentes envolvendo aeronaves militares são raros, mas podem ocorrer devido a falhas mecânicas, condições climáticas adversas ou erros operacionais. O incidente em Puerto Leguízamo destaca os desafios logísticos de operações militares em áreas de difícil acesso e a importância de protocolos rigorosos de segurança em missões com transporte de grandes contingentes de soldados.










