⚠️ Região registrou 19 vítimas fatais, contra 10 no mesmo mês de 2025; Itaquaquecetuba liderou os óbitos, enquanto o número de sinistros sem mortes caiu 7,6%
As mortes no trânsito aumentaram 90% no Alto Tietê em setembro de 2026, na comparação com o mesmo mês do ano anterior. Segundo dados do Sistema de Informações Gerenciais de Acidentes de Trânsito do Estado de São Paulo (Infosiga), o número de vítimas fatais passou de 10 para 19.
O total foi igual ao registrado em agosto deste ano, quando a região também contabilizou 19 mortes no trânsito.
📍 Itaquaquecetuba lidera número de mortes
Itaquaquecetuba registrou cinco mortes no trânsito em setembro, contra duas no mesmo período de 2025, um aumento de 150%.
Na sequência aparecem Arujá, Mogi das Cruzes e Suzano, com três vítimas fatais cada. Mogi das Cruzes e Guararema foram os únicos municípios do Alto Tietê que apresentaram redução no número de mortes em relação a setembro do ano passado.
👥 Homens representam a maioria das vítimas
Do total de 19 pessoas que morreram em acidentes de trânsito na região, 16 eram homens.
De acordo com o levantamento divulgado pelo g1, 14 vítimas eram condutores, três eram pedestres e duas eram passageiros.
As motocicletas estiveram envolvidas no maior número de mortes por tipo de veículo, com sete vítimas. Os automóveis aparecem em seguida, com cinco mortes, e as bicicletas, com quatro. A classificação detalhada dos veículos deve ser interpretada separadamente da categoria das vítimas, como condutores, passageiros e pedestres.
📉 Número de sinistros sem mortes caiu
Apesar do aumento das mortes, o número de sinistros de trânsito sem vítimas fatais diminuiu 7,6% em setembro de 2026.
Segundo o Infosiga, foram registradas 377 ocorrências no período, contra 408 em setembro de 2025. A diferença corresponde a 31 ocorrências a menos.
Os dados mostram que, embora tenha havido uma redução no total de sinistros sem mortes, o número de vítimas fatais aumentou no Alto Tietê. Os indicadores se referem a aspectos diferentes da segurança viária e, isoladamente, não explicam as causas da alta nas mortes.










