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🚔 POLICIAL MILITAR MORTO DURANTE ASSALTO NA MARGINAL TIETÊ É SEPULTADO EM POÁ

🕊️ Cabo Paulo Roberto Lima Pereira, de 44 anos, foi homenageado por familiares e colegas de farda; três suspeitos ainda são procurados pela polícia

O policial militar Paulo Roberto Lima Pereira, de 44 anos, foi sepultado na manhã deste domingo (30), no Cemitério da Paz, em Poá, na Grande São Paulo. O cabo foi morto durante um assalto na Marginal Tietê, na Zona Norte da capital, na noite de sexta-feira (28).

Paulo era policial militar havia mais de 20 anos, atuava como instrutor de defesa pessoal e integrava a Companhia de Ações Especiais de Polícia (Caep), vinculada ao Comando de Policiamento de Área Metropolitana 12 (CPA/M-12), em Mogi das Cruzes. Ele era divorciado e deixou três filhos.

🕯️ Despedida em Poá

O velório começou pela manhã na Câmara Municipal de Poá, no Centro. Pouco antes das 11h30, o caixão foi colocado em um caminhão do Corpo de Bombeiros para o cortejo até o cemitério.

Diversas viaturas e integrantes das forças de segurança acompanharam o trajeto e prestaram as últimas homenagens ao policial.

Corpo do Policial Paulo Roberto Lima Pereira foi velado na Câmara de Poá — Foto: Basílio Magno/TV Diário

🚨 Como aconteceu o crime

Segundo o boletim de ocorrência, Paulo dirigia um Volkswagen Jetta preto quando parou na Marginal Tietê para verificar um problema no pneu.

Um agente da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), que passava pelo local, relatou à polícia ter visto três homens saírem da margem do rio e se aproximarem do policial. Os criminosos teriam entrado em luta corporal com a vítima.

A investigação aponta que Paulo foi surpreendido por trás e imobilizado com um golpe conhecido como “mata-leão”. Durante a ação, os outros dois suspeitos teriam passado a agredi-lo.

Os criminosos teriam percebido que Paulo era policial e tomado sua arma particular, uma pistola calibre .45. Segundo a investigação, o próprio armamento teria sido utilizado para atirar contra o cabo.

Paulo foi socorrido e levado ao Pronto-Socorro do Hospital Municipal do Tatuapé, mas não resistiu aos ferimentos.

🔎 Polícia investiga possível uso de pedras para provocar acidentes

A Polícia Civil também investiga se o crime está relacionado a um modus operandi já identificado na região.

Uma das hipóteses é que criminosos coloquem pedras de grandes dimensões na pista para danificar veículos e obrigar motoristas a parar. Enquanto os condutores deixam os carros para verificar os danos, suspeitos escondidos nas proximidades poderiam realizar os assaltos.

⚠️ Essa possibilidade ainda é uma linha de investigação e não foi confirmada como a dinâmica utilizada no caso de Paulo.

🚔 Suspeitos continuam foragidos

Após o ataque, os criminosos fugiram em direção à margem do rio e, até o momento, não foram localizados.

O caso foi registrado como latrocínio — roubo seguido de morte — no 73º Distrito Policial (Jaçanã). A Polícia Civil continua investigando o crime para identificar e prender os envolvidos.

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