🕯️ Gustavo de Castro Campos era natural da cidade, formou-se em Direito na Braz Cubas e ingressou na magistratura paulista em 2014; Polícia Civil investiga as circunstâncias da morte
O juiz Gustavo de Castro Campos foi encontrado morto, com o corpo carbonizado dentro de um carro em chamas, em uma estrada rural de São João da Boa Vista, no interior de São Paulo, na noite de quarta-feira (7 de outubro). Natural de Mogi das Cruzes, o magistrado construiu parte de sua trajetória profissional na região antes de ingressar na magistratura.
Formado em Direito pelo Centro Universitário Braz Cubas, em Mogi das Cruzes, Gustavo iniciou sua trajetória profissional antes de assumir funções no Judiciário. Durante a graduação, trabalhou como estagiário na Promotoria de Justiça Cível de São Miguel Paulista, na Zona Leste da capital paulista.
Segundo o Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP), ele ingressou na magistratura em 2014 como juiz substituto da 14ª Circunscrição Judiciária, com sede em Barretos. Também atuou na comarca de Tambaú e era titular da 2ª Vara da comarca de Mococa.
🔎 Polícia investiga as circunstâncias da morte
A Polícia Civil registrou o caso como morte suspeita. A investigação é conduzida pela Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de São João da Boa Vista.
De acordo com o delegado responsável, a apuração estava em fase inicial e todas as hipóteses eram consideradas. Até a publicação da reportagem do g1, não havia conclusões definitivas sobre as causas ou circunstâncias da morte, nem prisões relacionadas ao caso.
Segundo a Polícia Militar, o veículo pertencia ao magistrado. Uma testemunha encontrou o carro em chamas e acionou as autoridades, tendo tentado conter o incêndio antes da chegada do socorro.
🕊️ Familiares e amigos lamentam a perda
Familiares e amigos descreveram Gustavo como uma pessoa dedicada à profissão e à família. Seu tio, o promotor de Justiça Fernando Castro, destacou a dedicação do magistrado aos estudos e ao trabalho, além de sua postura humana no exercício da função.
Gustavo morava em São João da Boa Vista com a esposa e as duas filhas pequenas. A investigação segue sob responsabilidade da Polícia Civil, que deverá esclarecer as circunstâncias do ocorrido.










