O conflito no Oriente Médio atingiu um novo patamar, após a confirmação da morte do líder supremo do Irã, Ali Khamenei, durante a ofensiva militar lançada por Estados Unidos e Israel no último sábado (28).
A operação americana, denominada oficialmente “Operation Epic Fury”, foi confirmada pelo comando militar dos EUA e teve como alvos instalações militares, estruturas ligadas ao programa nuclear iraniano e centros de comando estratégico. Israel confirmou participação coordenada na ofensiva.
Morte de Khamenei e impacto interno
A mídia estatal iraniana confirmou a morte de Khamenei em bombardeios realizados em Teerã. Após o anúncio, autoridades iranianas declararam estado de mobilização nacional, enquanto lideranças religiosas e políticas iniciaram articulações para definir a condução interina do país.
Relatórios humanitários indicam centenas de mortos e feridos em diferentes cidades iranianas desde o início dos ataques, embora os números sigam sendo atualizados.

Retaliação iraniana
O Irã respondeu com o lançamento de mísseis balísticos e drones contra território israelense e contra bases militares dos EUA na região do Golfo. Autoridades americanas confirmaram que instalações foram alvo de ataques, mas não detalharam publicamente o número exato de bases atingidas.
Sirenes de alerta foram registradas em cidades israelenses como Jerusalém e Tel Aviv, e o sistema de defesa antimísseis israelense interceptou parte dos projéteis.
Hezbollah entra no conflito
A escalada ganhou novo capítulo com o envolvimento do Hezbollah, grupo libanês aliado ao Irã. O movimento anunciou disparos de foguetes e drones contra Israel a partir do sul do Líbano, afirmando agir em resposta à morte de Khamenei.
Israel reagiu com bombardeios contra posições do Hezbollah em território libanês, ampliando o conflito para uma nova frente na fronteira norte israelense.

Repercussão internacional
O presidente dos EUA, Donald Trump, declarou que as operações continuarão “pelo tempo que for necessário”, enquanto o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, afirmou que o país utilizará “toda a força necessária” para garantir sua segurança.
Potências como China e Brasil pediram cessar-fogo imediato. O mercado financeiro reagiu com forte volatilidade, e o preço do petróleo disparou diante do temor de interrupções no fornecimento global.
A situação permanece extremamente volátil, com fechamento de espaços aéreos na região e alertas internacionais sobre o risco de uma escalada ainda maior.










