São Paulo (SP) – A soldado da Polícia Militar Gisele Alves Santana, de 32 anos, foi encontrada morta com um disparo de arma de fogo na cabeça em seu apartamento no bairro do Brás, região central de São Paulo, na manhã de quarta-feira (18 de fevereiro de 2026).
O corpo foi localizado no apartamento onde morava com o marido, o tenente-coronel da PM Geraldo Leite Rosa Neto. Inicialmente registrado como suicídio, o caso foi reclassificado pela Polícia Civil como morte suspeita, à medida que novas informações e depoimentos foram obtidos.
Detalhes do caso
- Local: Apartamento no Brás, São Paulo.
- Idade da vítima: 32 anos.
- Profissão: Soldado da Polícia Militar desde 2014, com trajetória destacada na corporação.
- Família: Gisele deixa uma filha de sete anos, fruto de relacionamento anterior.
De acordo com relatos da família, Gisele vinha enfrentando momentos de grande pressão no relacionamento. Segundo a tia, na sexta-feira antes de sua morte, ela ligou para o pai dizendo:
“Pai, vem me buscar porque eu não aguento mais, não suporto mais essa pressão aqui”.
O pai conseguiu apenas levar a neta, mas não conseguiu trazê-la consigo.
Além disso, a tia relatou que o tenente-coronel impunha restrições severas à esposa, incluindo:
“Ele a proibia de usar salto, de usar roupa de academia, de usar batom. Tanto que os perfumes dela eram guardados no quartel, ela não tinha perfumes mais nem em casa”.
Investigação
A Polícia Civil realiza perícia do local e exames residuográficos para determinar a dinâmica do disparo e a presença de pólvora. O caso ainda aguarda conclusões oficiais para definir se se trata de homicídio, suicídio ou outra circunstância.

Velório e sepultamento
O corpo de Gisele foi sepultado na manhã de sexta-feira (20 de fevereiro de 2026) no Cemitério Parque Colina dos Ipês, em Suzano, após cerimônia com familiares, amigos e colegas da PM.
A Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paul










