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📉 Criação de Empregos Formais no Alto Tietê Cai 55% em Abril, Aponta Caged

Região registrou apenas 539 novas vagas com carteira assinada no mês; número representa forte desaceleração em relação a 2025

O mercado de trabalho do Alto Tietê registrou uma forte queda no ritmo de geração de empregos formais em abril de 2026. Segundo dados divulgados pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), a região criou 539 vagas com carteira assinada no período, resultado bem abaixo do registrado no mesmo mês do ano passado.

📊 Queda Foi Superior a 55% em Relação a 2025

Em abril de 2025, o Alto Tietê havia criado 1.182 empregos formais.

Com isso, o novo levantamento aponta uma retração de:

  • 55,1% na comparação anual;
  • e de 65,2% em relação a março de 2026.

Segundo o Caged, o saldo positivo de abril deste ano foi resultado de:

  • 17.189 contratações;
  • 16.650 demissões.

Os números consideram admissões e desligamentos registrados em:

  • Arujá;
  • Biritiba-Mirim;
  • Ferraz de Vasconcelos;
  • Guararema;
  • Itaquaquecetuba;
  • Mogi das Cruzes;
  • Poá;
  • Salesópolis;
  • Santa Isabel;
  • Suzano.

🏙️ Itaquaquecetuba Liderou Geração de Vagas na Região

Entre os municípios do Alto Tietê, Itaquaquecetuba apresentou o melhor saldo em abril, com 213 vagas criadas.

Na sequência aparecem:

  • Guararema: 179 vagas;
  • Poá: 135 vagas.

Por outro lado, quatro cidades fecharam o mês com saldo negativo:

  • Biritiba-Mirim: -6;
  • Salesópolis: -12;
  • Suzano: -17;
  • Mogi das Cruzes: -54.

📌 Mogi Foi a Cidade Que Mais Contratou e Também a Que Mais Demitiu

Mesmo encerrando abril no negativo, Mogi das Cruzes foi o município com maior volume de movimentação no mercado de trabalho regional.

A cidade registrou:

  • 6.348 contratações;
  • 6.402 desligamentos.

O resultado final foi um saldo negativo de 54 vagas.

🇧🇷 Brasil Também Registrou Desaceleração na Geração de Empregos

Em nível nacional, o Brasil criou 85.888 empregos formais em abril de 2026, segundo o Ministério do Trabalho e Emprego.

No período, o país contabilizou:

  • cerca de 2,2 milhões de admissões;
  • e 2,1 milhões de demissões.

O resultado nacional também ficou abaixo do registrado em abril de 2025, quando haviam sido criados mais de 238 mil postos de trabalho com carteira assinada.

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